PAPER 175: Projeto de País (EU SOU BRASIL!!!)
Tema: “Eleições 2026” (3)
(…) “A China domina cerca de 70% da mineração e mais de 90% do refino/processamento global de terras raras e está usando isso como ferramenta de coerção econômica para fins estratégicos.” (…) (…) “Recente artigo da The Economist…” (…) (essa estratégia) “força o Ocidente a diversificar mineração, refino e ímãs, movimento que já está em curso. Isso abre janela estratégica para o Brasil, (21 milhões de toneladas de terras raras, ante 44 da China, 22 do Vietnã), desde que geremos valor além do minério bruto. Estamos prestes a repetir a história de exportar riquezas e importar dependência – com frete grátis.”
Fábio Gallo, professor de Finanças da FGV-SP (Estadão 16/08/2025 p.B12)
Cada dia mais próximo das decisões eleitorais de 2026. E não estamos vendo quem capaz de liderar o processo pelo qual o País tem de passar para assegurar-lhe condições mínimas de Soberania, Democracia e Desenvolvimento.
O Brasil está assistindo à estrutura político-partidária, sem pejo, a demonstrar ser comprometida com o “status quo”. Sem debates que interessam ao País – todos os Partidos vivendo de eventos fortuitos que se convertem em “atividade política”, ingredientes de manipulação eleitoreira passível de ser aferida pelas pesquisas de opinião pública; Partidos sem protagonismo, sem sequer aventar um ensaio de competição interna entre potenciais candidatos que possibilite renovação, do que resulta a escolha dos menos piores, que certamente se apresentarão aos eleitores nas Eleições de 2026; sem estratégias que possibilitem aos eleitores vislumbrarem o que está por vir ante as incertezas atuais – no Brasil e nos demais países; no Brasil, legalmente limitadas as campanhas eleitorais aos 45 dias que antecedem a data das Eleições, permitindo a possível interpretação da maquiavelicamente reeleição dos incumbentes; a 14 meses da sua realização, em clima de plena alienação dos eleitores, ante tão importantes decisões a serem tomadas em nome da Nação brasileira, seja quanto à qualidade dos futuros eleitos ou de reeleitos, ou seja, quanto aos seus propósitos; isto no sistema partidário que é a mais importante instituição de um país de regime democrático, livre, independente e soberano – aspiração suprema ainda a ser construída pelo povo brasileiro.
A hora não é para os fazedores de obras e/ou empreendimentos de melhorias materiais; mas sim para os formuladores com capacidade para realizar as Reformas estruturais que habilitem o País a ser Soberano em sua plenitude, Democrático em sua inteireza e bases sólidas para seu Desenvolvimento com as características brasileiras, no vigor que corresponda ao potencial dos valores humanos e potencial tecnológico, à grandiosidade das riquezas naturais e, fundamental, à aspiração altiva e superior de seu povo, com liberdade e independência plenas, em regime de sobrevivência civilizada no embate na geopolítica, atualmente ameaçadora, instável e incerta.
Ante a turbulência internacional promovida pelo governo americano, foi, é e será válido, no curto prazo, o esforço para reduzir e/ou amenizar os prejuízos das exportações de empresas brasileiras para aquele país. No entanto, nenhum gesto ou ação, mesmo para efeitos no longo prazo, tornar nossas exportações menos vulneráveis priorizando decisões para construção e fortalecimento do mercado interno brasileiro; esse é o trunfo americano, agora – soube construir um poderoso mercado interno comprador, para o qual exportadores de todos os países ambicionam vender. “Vendas é a boia salva-vidas” de qualquer empresa, e qualquer país. EUA é o grande comprador.
Essa é a “cartada” americana, agora sentida por todos os países exportadores, que se acomodaram colocando todos (ou grande parte) os “ovos numa só cesta”. Ao revés, na pandemia, todos os países viram-se dependentes da “fábrica chinesa”; para a seguir “correr” atrás do “nearshoring”, e outras iniciativas compensatórias. País como o Brasil, sem estratégia, e administrado sem planejamento estratégico estará sempre “correndo atrás do prejuízo”.
Cabe alertar que o grave equívoco estratégico dos exportadores brasileiros, por ação ou omissão, não autoriza o erro maior de socorro ao risco empresarial por eles incorrido, embora causado também pelo eterno adiamento das Reformas que poderiam tornar o País menos vulnerável. Justificável é o incentivo, na medida justa e inteligente, para ampliação de mercados em outros países a ser fundamentada em produtividade industrial e também em capacidade como vendedores – profissionais que caíram em desuso pela míope pouco pensada adesão às inovações da cibernética, em que todos passaram à pratica do “eles compram” pelos “sites” e “nós não vendemos” quedando-nos paralisados. O que se coloca é decisão estratégica de produzir para competir, que implica decisivo e adequado fomento industrial, a exemplo do agronegócio, pelo interesse nacional do Brasil.
“BNDES prioriza quem perdeu mais de 5% de faturamento” com subtítulo “Dependendo do porte, empresas terão crédito de até R$ 200 milhões, com juros a partir de 0,58% ao mês e até dez anos para pagar.” (Estadão 23/08/2025 p.B4)
Agora ganha espaço na mídia o minério das terras raras, reportagens que podem ser acessadas em nosso “site”, sob os títulos “Investimentos em terras raras são recorde e chegam a US$ 2,17 bilhões” e “Brasil tem potencial para ser protagonista em mercado de terras raras” (Estadão, 17/08/2025 p.B2 e B3), assim como o artigo sob o título “O risco de vender o futuro antes da hora!” (Estadão, 16/08/2025 p.B12).
Ressaltamos a importância do que promovemos, modéstia à parte, ensejo para debate público de temas dos altos interesses nacionais. Nessa oportunidade apresentamos nossos elogios pelo debate, de que a Política muito precisa, promovido pelos autores do artigo “Precisamos dar nome aos bois” (Estadão, 09/08/2025 p.A4) e a sua réplica pelo artigo “Ditadura do Judiciário coisa nenhuma” (Estadão 17/08/2025 p.A4), ambos artigos disponíveis no “site” www.conselhobrasilnacao.org.
Duas visões significam parâmetros para atitude agora nas Eleições de 2026, a começar por conhecer melhor o Brasil:
PRIMEIRA:
Com fundamentada visão histórica que pode recomendar decisões, seguem-se trechos do Livro “SINFONIA BARROCA” com subtítulo “O Brasil que o povo inventou”, capítulo 7, p.337, 338 e 339 de autoria do professor Rubem Barboza Filho, da Universidade Federal de Juíz de Fora, estudo desde o descobrimento, origens e evolução política, econômica e cultural:
(…) “Éramos uma república, desengonçada e desequilibrada, sem dúvida, e de difícil apreensão. E sem um demos clássico e democrático. A partir de 1930, começamos a trilhar o caminho para o Brasil-Nação. E fomos obrigados a responder a uma pergunta central: quem é o povo da nação? Qual o ‘éthnos’ a sustentar a identidade da comunidade nacional, por contraste com outras existentes no mundo? Não possuímos, e não possuímos hoje, uma unidade ‘racial’, e as nossas desigualdades de toda ordem pareciam não autorizar a imaginação de uma unidade cultural. De que modo, portanto, poderíamos falar em ‘nação’,..?” (…)
(…) “O modernismo nos abriu a possibilidade de encontrar uma resposta, ao recuperar a nossa história, as nossas origens, a língua de todo dia, o protagonismo de um povo formado ao longo dos séculos, e a potência que ele detinha. E fez isso tanto de forma provocativa e iconoclasta, como no Manifesto Antropofágico de Oswald de Andrade, ou nas pesquisas de Mário de Andrade e outros artistas, romancistas e poetas, todos envolvidos na busca de uma história dotada de sentido e do povo ‘barroco’ como sujeito dessa experiência original. E, de certo modo, todos obedecendo a três mandamentos: a ‘alegria é a prova dos nove’; o nacional é o moderno e o moderno só pode ser nacional; e o povo é e deve ser o sujeito histórico disso tudo. Como já insinuei, estou aqui a usar o conceito de ‘modernismo’ para englobar, por fora de todas as nuances e distinções feitas pela crítica especializada, um tipo de arte que procura suas raízes e sua inspiração no cotidiano dos brasileiros comuns, seja aquele do passado e do presente, no campo e na cidade. Mais ainda: uma arte inovadora que tem sempre como fundo a visão do Brasil como uma totalidade carismática – e não mais sublime, o que não dispensa a reflexão sobre suas fraturas.” (…)
(…) “Apesar das diferenças entre os autores, essa hermenêutica da vida brasileira se encontra presente Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, em Casa Grande & Senzala, de Gilberto Freyre, em Populações Meridionais do Brasil, de Oliveira Vianna, e em Formação do Brasil Contemporâneo, de Caio Prado Júnior, um quarteto clássico de nosso pensamento social brasileiro. Também eles, como os jovens poetas, se lançaram à descoberta de uma história particular do Brasil, embora com horizontes diferentes e distintas esperanças políticas. Na forma de grandes ensaios, nos levaram a perceber a impossibilidade de refletir sobre o presente e o futuro esquecendo o passado, da mesma forma que nos obrigaram a refletir sobre a possibilidades e os problemas de nossas relações com um mundo cada vez mais complexo e desafiador. E contribuíram, diversamente, para alimentar a nossa ideia de uma ‘nação’ a reclamar o seu futuro.” (…)
SEGUNDA:
Já em 2018, visão do agora, do professor e cientista político, ex-reitor da UFRGS, Francisco Ferraz, em artigo divulgado pelo Estadão em 16/05/2018, sob o título “Enquanto dormia Gulliver foi amarrado…”, com subtítulo “Crises fazem grandes líderes, construtores de suas nações… Mas não no Brasil”, oferece ao País diagnóstico isento e sereno para a abordagem possível pela geração que ascender ao Poder consequente das Eleições 2026, consentâneo com a necessária objetivação de ser a hora para formuladores e não para fazedores.
O artigo referido segue transcrito:
“Enquanto dormia Gulliver foi amarrado…
Crises fazem grandes líderes, construtores de suas nações… Mas não no Brasil.
“Depois do naufrágio, Gulliver com muito esforço consegue chegar à praia. Atira-se ao chão e adormece profundamente.
Ao acordar não consegue se mover. Estava amarrado ao chão dos pés à cabeça, inclusive pelos cabelos”
‘Viagens de Gulliver’, Jonathan Swift, 1726
Mais recentemente, quando penso no Brasil vejo a imagem de Gulliver amarrado ao chão. Somos neste 2018 um Gulliver atado. Enquanto dormíamos o tempo passou e com ele, as oportunidades. Embora gigante, não conseguimos nos livrar das amarras com que os habitantes de Liliput – homenzinhos de uns 15 cm de altura – nos prenderam.
Por que não conseguimos nos livrar das amarras? Porque nós mesmos, na inconsequência de quem acha que sempre haverá tempo, nos entregamos a uma política sem grandeza que nos levou à paralisia. Amarrados a uma crise de natureza social, política, econômica e cultural, desativamos as defesas com que podíamos vencer a crise.
Crises são desafios que devem convocar o melhor que temos para enfrentá-las. São oportunidades que fazem surgir líderes com lucidez, coragem, persistência e visão. Infelizmente, precisamos buscar esses líderes na História e em outras nações. São indivíduos que, como Lincoln, Gandhi, Churchill, De Gaulle, Roosevelt, estiveram à altura do momento em que lideravam seus povos. Crises fazem grandes líderes, alguns até mesmo construtores de suas nações… Mas não no Brasil.
Não podemos usar a crise como alavanca para o avanço por que não podemos contar com nossas instituições políticas: os três Poderes estão amarrados como Gulliver.
Senadores e deputados, o Executivo e seus ministérios perderam as condições para resolver a crise. Preocupam-se com os processos em que estão envolvidos e na reeleição. Protelam decidir matérias de gravidade como a Previdência. Não bastasse, o STF, pelos conflitos pessoais e políticos que abriga, se autobloqueia.
Como superar uma crise dessa gravidade se vivemos uma batalha surda em que grande parte dos valores indispensáveis à convivência social e a uma cultura política democrática são desprezados e contestados, dividindo a Nação em blocos antagônicos?
Nossa política foi penetrada por práticas e princípios que se opõem abertamente aos valores centrais de qualquer democracia. Nossa política deixou em segundo plano a discussão sobre políticas públicas para discutir a própria organização da sociedade. Abriram-se então as comportas para que todos os valores que regulam a vida social entrassem em questionamento: família, religião propriedade, crime, liberdade de imprensa, mercado, competição, democracia representativa, livre-iniciativa, educação, liberdade de imprensa, responsabilidade individual, mérito.
Pratica-se aberta e ostensivamente uma política em que as ideologias penetram todas as esferas da vida como uma nova ética; em que as relações pessoais e familiares são inferiores em importância às relações fundadas na ideologia; em que todo aliado é virtuoso e bem-intencionado e todo adversário é mal-intencionado e criminoso; em que se nega a existência de princípios absolutos na moral e na religião; em que se confunde educação e doutrinamento; e na qual o objetivo buscado legitima qualquer ato que contribua para atingi-lo.
Não são poucos os que argumentam que toda disciplina é odiosa; toda autoridade legal é ilegítima; que a liberdade verdadeira só existe quando há igualdade absoluta; que a responsabilidade é um conceito perigoso porque provoca desigualdades e individualiza situações que deveriam ser coletivas; que toda diferença social é uma exploração; que o mérito é um critério pernicioso por provocar a discriminação e a desigualdade; que todo delinquente é vítima; que a verdade e todas as demais virtudes são relativas.
Já se diz entre nós que obedecer e fazer obedecer à lei e punir criminosos faz mal à economia do País; que, dependendo de quem é acusado, a culpa é absolvida pela intenção; em que “se eu fiz, mas tu também fizeste” estamos iguais, nenhum pode acusar o outro e eu estou inocentado.
Já se pratica uma política em que a lei vigente poderá ser respeitada sempre que for politicamente conveniente, caso contrário ela deverá ser assediada e contestada continuadamente para desgastá-la e derrogá-la na prática. Neste contexto, a qualidade da discussão política cai dramaticamente: o grito equipara-se ao argumento, a coerência é substituída pela desfaçatez, a ousadia afasta a prudência; a mentira se impõe como verdade; a publicidade se encarrega da persuasão.
Esta listagem nem se tornou ainda universal em nossa cultura política, nem esgota as linhas de conflito nessa batalha política pelos corações e mentes dos brasileiros. Vivemos, se me é permitida a ousadia de afirmar, uma “situação constituinte”, por via da qual normas são derrogadas e caem em desuso pelas manifestações de rua e pela ousadia dos atrevidos, perante as quais os Poderes se submetem pelo silêncio.
Esta listagem, embora reduzida, dá uma ideia do quanto nós avançamos na destruição dos fundamentos de uma sociedade democrática, próspera e civilizada. Ela nos alerta para o quanto já foi perdido e será necessário recuperar.
O fato é que muitas de nossas escolhas foram erradas e, quando não erradas, fracas; nossas decisões sempre evitam o custo político das ações; nossa percepção do tempo é singular: vivemos um presente fugaz, mas sem sacrifícios; para trás está o território das heranças malditas e para a frente, o futuro que certamente será glorioso, ainda que nada façamos para realizá-lo. No tempo presente nossa convicção mais profunda é de que o Estado sempre terá recursos para bancar a despesa pública; a tarefa do governo, então, é distribuir, não estimular a produção, e quando faltar aumenta-se a despesa e se compensa tirando a gordura dos que têm mais.
Fonte: Estado de S.Paulo, por: FRANCISCO FERRAZ
*PROFESSOR DE CIÊNCIA POLÍTICA E EX-REITOR DA UFRGS, É CRIADOR E DIRETOR DO SITE WWW.MUNDODAPOLITICA.COM.BR”
CONCLUSÃO
(…) “Havíamos recorrido ao que o Ocidente tinha de melhor para nos oferecer em busca da democracia, mas nos esquecemos do desafio de tornar a democracia o resultado de um aprendizado pragmático e próprio, capaz de alterar a forma de vida da sociedade brasileira como um todo.” (…) (Livro “SINFONIA BARROCA”, subtítulo “O Brasil que o povo inventou.”)
Os vencedores nas Eleições de 2026 poderão galgar privilegiada realização ao se integrar à Elite dirigente do País, para promover a estruturação da União Nacional, condição necessária pra assumir o papel de empunhar as responsabilidades requeridas para encaminhar, com solidez, firmeza e planejamento estratégico, o Brasil para o “status” de país desenvolvido.
O cenário geopolítico atual, em respeito ao nosso País, não nos autoriza ao comodismo de aguardar por continuidade da medíocre condução que têm sido dada ultimamente aos destinos de nosso povo.
É inadiável a prática de sadia comunicação da Elite dirigente do País com a população (empreendedores, trabalhadores e sociedade civil). No debate econômico-financeiro convencionado de Ajuste Fiscal, por exemplo, tem havido grave equívoco ao limitar a exigência do “ajuste” só à redução das despesas governamentais, ou gasto público, enquanto que se trata de redução do custo do Estado como um todo que é a razão das Reformas estruturais, para sair desse “ralo” eterno; e mais, o esforço preponderante deve ser iniciado pelo crescimento das receitas (sem aumento das tarifas de impostos), pelo aumento do patamar do PIB sobre o que incide a carga tributária (que levará à redução das tarifas e impostos), para viabilizar a prática do Equilíbrio Orçamentário das finanças públicas.
As últimas quatro décadas demonstraram, para os incrédulos, que o Brasil também tem possibilidade de se desenvolver, se se desobstruírem os acessos ao Poder de lideranças ainda não reveladas, visto que as atuais nos trouxeram ao que lamentavelmente presenciamos.
Não se trata de apenas trocar ou manter o mesmo piloto (lideranças), porque o carro (atual estrutura republicana) não é bom; a revolução asiática nas últimas 4 décadas o testemunham, embora regimes políticos distintos. A história republicana não se revelou ainda a que veio. Estado altamente centralizado a inibir iniciativas dos entes federativos subnacionais, assim como de toda a população; agravado recentemente pela denominada Reforma Tributária, em disposições constitucionais, repete Vargas – ditador por 15 anos – concentrando as receitas tributárias no Poder Central. Este condicionante institucional está exposto no artigo “Crescimento econômico, democracia e federalismo” (Valor Econômico em 30/05/2019) por André Senna Duarte, economista a Truxt Investimentos, mestre em economia pela PUC-RIO e advogado. A íntegra do texto está disponível no “site” www.conselhobrasilnacao.org, e está transcrito no PAPER 174 de 28/07/2025.
TRATA-SE DE:
- Edificar a estrutura de Estado Federal, ou Federalismo, adequada para o País que tem grande território, condições regionais diversificadas, população grande e, no geral, pobre para os padrões dos países desenvolvidos.
- Utilizar a estrutura cultural de talentos reconhecidos em âmbito internacional, para o País se apropriar das riquezas naturais, já há muito conhecidas e ainda mal exploradas, só viável com procedimentos estratégicos competentes.
- Gerar riqueza, emprego e renda, pela capacidade empresarial reconhecida valendo-se de novas diretrizes para que a produtividade econômica transformadora objetive a construção do mercado interno, o que é sólida e estrategicamente incentivado e protegido nos países desenvolvidos.
- As lideranças empresariais ainda não puderam desempenhar no território brasileiro o papel que o Desenvolvimento delas requer. “Subdesenvolvimento não se improvisa, é obra de séculos.” (Nelson Rodrigues).
A democracia fundada no Estado de Direito e na cidadania não é uma estação de chegada, mas uma maneira de viajar, visando ao desenvolvimento econômico, político, cultural e social para tornar o Brasil a melhor nação do mundo para se viver bem.
Personalidades citadas neste PAPER :
. Abraham Lincoln, 16º presidente dos Estados Unidos
. Caio Prado Junior , historiador e geógrafo
. Charles de Gaulle, general e ex-presidente da França
. Fábio Gallo, professor de Finanças da FGV
. Francisco Ferraz, professor de Ciência Política e ex-Reitor da UFRGS
. Franklin Delano Roosevelt, 32º presidente dos Estados Unidos
. Gilberto Freyre, escritor e ex-deputado federal
. Jonathan Swift, escritor irlandês
. Mário de Andrade, poeta, contista, romancista, musicólogo, historiador de arte, crítico e fotógrafo
. Mahatma Gandhi, advogado e estadista indiano
. Nelson Rodrigues, escritor e jornalista
. Oliveira Viana, professor e jurista
. Oswald de Andrade, poeta, escritor, advogado, ensaísta e dramaturgo
. Ruben Barboza Filho, professor e ex-reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora
. Sérgio Buarque de Holanda, historiador e sociólogo
. Theodore Roosevelt Jr., 26º presidente dos Estados Unidos
. Winston Churchill, militar e ex-primeiro-ministro do Reino Unido
